domingo, 1 de setembro de 2013

TRINTA ANOS DE VIDA LITERÁRIA DE PORFÍRIO SILVA


Acabo de ler o livro «Proesiatando a memória» do meu amigo Porfírio Pereira da Silva.
Para se ler poesia é preciso ter ambiente e disposição. Durante os últimos dois meses foi aquilo que não tive, de tão embebido que andava na tarefa de lançar um livro e montar uma exposição.
O meu amigo merece-me toda a consideração e empenho. Foi ele quem me incentivou a escrever o primeiro livro. As horas que dediquei à leitura desta preciosidade literária, que me engrandeceu e me fez meditar, é mais uma lição de vida que lhe devo. 
Fui um dos muitos convidados a tomar parte nas comemorações dos 30 anos de vida literária do Dr. Porfírio Pereira da Silva. Senti-me lisonjeado e privilegiado por se lembrar de mim.
Quem sou eu para tecer qualquer comentário à obra literária de Porfírio Silva? Simplesmente direi que me identifico e comungo com as ideias, as vivências, os conteúdos dos livros que tive oportunidade de ler. Perdoe-me amigo Porfírio mas ainda não os li todos.



Mas quem melhor que os Doutores Manuel Curado e a esposa para comentarem e enaltecerem o conteúdo da extensa obra e do livro ora apresentado. Foi na verdade uma homenagem ao escritor, mas sobretudo ao HOMEM que é o Porfírio Pereira da Silva, que foi realçado por todos os intervenientes, mas especialmente por essas duas altas individualidades académicas, que me deliciaram com a eloquência das palestras que proferiram. 


A simplicidade das palavras que o homenageado proferiu, foram, para mim, as que mais me tocaram e sensibilizaram. Não é preciso aplicar frases muito elaboradas para dizer o que nos vai na alma.
A genuinidade que lhe é caraterística presenteou-nos com um delicioso e tradicional repasto, à moda da terra, e do saber bem receber, os amigos e convidados.

Um Homem assim, como disse, e bem, é feliz no seio da família e dos amigos.
Bem haja amigo Porfírio.



sábado, 24 de agosto de 2013

VIANA FIEL AMIGA DO MAR. MEMÓRIAS DA EMPRESA DE PESCA DE VIANA

Está aberta ao público até ao dia 27 de outubro a exposição alusiva ao centenário da Empresa de Pesca de Viana.
Foi no dia 16 de agosto de 1913 que no escritório do Dr. Cortez na rua Mateus Barbosa en Viana do Castelo que foi lavrada a escritura de constituição da Parceria de Pescarias de Viana que viria em 1925 a adotar o nome de Empresa de Pesca de Viana.
É uma exposição a não perder. Nela poderá rever a história desta centenária empresa de pesca do bacalhau que tão bom nome criou no país e no estrangeiro.
É especialmente dedicada a todos aqueles  que nela trabalharam como pessoal de mar ou de terra. Visitem-na. 



Precedendo a abertura da exposição, foi apresentado o livro de minha autoria, «Viana e a pesca do bacalhau» que procura retratar a história da pesca do bacalhau em Viana do Castelo; as empresas, os navios, as personalidades e os testemunhos daqueles que viveram no mar ou em terra a saga do bacalhau.
Faça uma visita ao Museu de Artes Decorativas, sito no Largo de São Domingos  em Viana do Castelo, para ver esta exposição e onde poderá adquirir o livro.


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Blogger: SERRAVALIMAR - Criar mensagem

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INACREDITÁVEL !


Quando se passeia por esta linda cidade de Viana por vezes deparamos com cenários verdadeiramente surpreendentes. Hoje, quando saía de fazer compras num hiper do ramo de papelaria, deparei com o cenário que as fotos documentam. Os três candeeiros instalados na rua contígua ao hiper estão implantados a menos de um metro das árvores (carvalhos americanos) plantados em caldeiras devidamente delineadas para o efeito.


O projeto desta urbanização foi elaborado por arquitetos, e posteriormente aprovado pelos serviços camarários. Será que nem uns nem outros repararam neste pormenor ou foi intencional deixar os candeeiros a iluminar as árvores?


Estou mesmo a imaginar o que vai acontecer dentro de algum tempo. Quem vai ser sacrificado vão ser as pobres árvores, a exemplo do que tem vindo a acontecer ultimamente nesta bonita cidade,  a que chamam de saudável, em que se cortam indiscriminadamente as árvores, pulmões dos centros urbanos.

sábado, 14 de janeiro de 2012

JOSÉ COSTA EDITA LIVRO DE POESIA




Este é a capa do novo livro da autoria do multifacetado José Joaquim de Sousa Rodrigues da Costa (J. Costa).
O amigo J.Costa é autor de outro livro, "Quadras e poemas para quase todos",editado em Novembro de 2005.
Para além desta faceta poética, é também  pintor, tendo exposto em vários locais do Alto Minho, Braga, Porto e ainda em Vigo.
É ainda inventor de vários artefactos dos quais destacamos: As costanholas e costinhas, as camisas bordadas com quadras populares de sua autoria e ainda o campo de futebol em forma de ovo, eventos todos registados no IGAC - Inspeção Geral das Atividades Culturais.
Para além destes predicados é uma pessoa alegre e bem disposta que se interessa por aprender sempre mais, tendo feito vários cursos; de informática, das novas oportunidades, etc.
Ao amigo J.Costa desejamos que continue com a sua boa disposição a deliciar-nos com as suas quadras acutilantes, por vezes brejeiras, mas inofensivas.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

ROSAS EM JANEIRO


RONDA TÍPICA DA MEADELA

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